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29ª Bienal de São Paulo (2010)

Com novo fôlego, a Bienal inaugurou sua 29ª edição apostando na permanência de seu Projeto Educativo e numa ampla programação paralela. Privilegiando obras de cunho político, a curadoria de Agnaldo Farias e Moacir dos Anjos misturou nomes nacionais consagrados – Leonilson, Lygia Pape, Antonio Dias, Artur Barrio, Antonio Manuel e Cildo Meireles – com expoentes da nova geração, como Tatiana Blass e Marcius Galan. Entre os internacionais, destacaram-se a fotógrafa norte-americana Nan Goldin e o ativista chinês Ai Weiwei. Intitulados terreiros, seis espaços conceituais receberam atividades especialmente concebidas. No Pavilhão, causou polêmica a instalação Bandeira branca, de Nuno Ramos, com urubus vivos voando com o acompanhamento de uma montagem de sons do cancioneiro nacional.

“Tendo sido resgatada de seu afundamento na precariedade econômica, a Bienal de São Paulo parece agora estar equilibrada entre a insustentável leveza do ser e um retorno aos sérios compromissos sociais e educacionais que desempenharam um papel tão importante em sua história. Esta edição olha em ambas direções, com trabalho muito mais forte mas sem uma sensibilidade curatorial plenamente coerente.” – “Os vários fóruns da 29ª Bienal de São Paulo”, de Teresa Gleadowe, publicado na Art Monthly nº 341 em nov. de 2010

Leia o texto na íntegra no catálogo da exposição 30 × Bienal – Transformações na arte brasileira da 1ª à 30ª edição.