share on facebook
18ª Bienal de São Paulo (1985)

Influência marcadamente expressionistas e uma expografia inusitada pautaram o debate ao longo de toda a 18ª Bienal. A curadora Sheila Leirner dispôs boa parte das obras em três corredores de cem metros de extensão, instalou dezenas de quadros lado a lado e criou o que ficaria conhecido como a Grande Tela, numa escolha provocativa e polêmica. Entre os brasileiros que participavam da Grande Tela, destacavam-se especialmente os jovens pintores da Casa 7: Paulo Monteiro, Nuno Ramos, Carlito Carvalhosa, Fábio Miguez e Rodrigo Andrade. Além de Jorge Guinle, Leonilson, Daniel Senise e Leda Catunda. A mostra apresentou ainda obras de Joseph Beuys, Rebecca Horn, Wilfredo Lam e do grupo CoBrA, para citar alguns.

“Assim, para os futurólogos que sabem mexer com eletrônica, a Sala Ciência-Ficção é de ser vista. Lógico que é uma útil ocasião o contato com [Wifredo] Lam, [Fernando] Botero, [Patrick] Caulfield, [David] Hockney e boas peças do grupo CoBrA, sendo insignificantes as de expressionismo.” – “Cooper malfeito”, de Pietro Maria Bardi, publicado na revista Status nº136 em nov. de 1985.

Leia o texto na íntegra no catálogo da exposição 30 × Bienal – Transformações na arte brasileira da 1ª à 30ª edição.